Sentar juntos e trabalhar. Trocar experiências, perspectivas e possibilidades. Grupos de trabalho sobre acessibilidade, residências artísticas, formação de plateias, outros modos de difusão, outras tecnologias. Assuntos pragmáticos são os pontos de partida, plataformas de propulsão para coletivamente ir além das normas e modos estabelecidos. Suprimamos as ideias e as outras paralisias. Pelos roteiros acreditar nos sinais, acreditar nos instrumentos e nas estrelas. *
*Manifesto Antropófago, Oswald Andrade, 1928.
Vagas esgotadas para todos os grupos de trabalho.
Acessibilidade
Coordenação: Paula Lopez

Este grupo de trabalho tem o objetivo de levantar possíveis estratégias para ampliar a inserção dos artistas com deficiência na produção regular das artes cênicas brasileiras. Além disso, artistas, gestores, produtores, programadores e curadores em geral terão a oportunidade de conhecer e refletir sobre as lógicas e a potência estética dos recursos de acessibilidade quando aplicados no campo das artes e da cultura.
Descolonizar os olhares
Coordenção: Alejandro Ahmed

Um grupo de trabalho para pensar as distâncias entre artistas, curadores e programadores. Pensar a tecnologia do acesso e dispositivos de expansão possíveis. Refletir sobre a relação entre a criação e o público, não esquecendo, mas sem priorizar o mercado. Contextos, aberturas e pontos cegos. Descolonizar o próprio olhar, o olhar do outro e a maneira de olhar o outro.

Só não há determinismo onde há mistério. Mas que temos nós com isso? *
Festivais etc
Coordenação: Natália Mallo

Desmontar a ideia operante e dominante dos festivais, como grandes festas que envolvem muitos espectadores e um excesso de performances e espetáculos. Pensar os festivais como etc, como linhas de fuga e inúmeras arquiteturas possíveis. Descartar fórmulas e reproduções, colocar em foco festivais que acontecem nas bordas das florestas fechadas ou de matagais baldios nas bordas das cidades.

As Migrações. A fuga dos estados tediosos. Contra as escleroses urbanas. Contra os conservatórios e o tédio especulativo.*
Rexistências artísticas
Coordenação: Gabi Gonçalves

As trocas e estabelecimento de redes são o fundamento da vida e também a forma de contraposição e resistência ao estabelecido. Deslocamentos são importantes para amplificar resignificar singularidades, compor novas perspectivas. Poder ser outro tempo, lugar e ser. Residir, criar e rexistir.

Nunca fomos catequizados. Vivemos através de um direito sonâmbulo. Fizemos Cristo nascer na Bahia. Ou em Belém do Pará. *